quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Espionagem 25 horas por dia

Sempre soubemos mas nunca nos incomodamos. Você aceita?


Já não sabemos o quão fundo estamos nesse caos acomodador, o que é provado após ser jogada na nossa cara a manipulação absurda que sofremos e nenhum sequer movido. A espionagem americana já era conhecida, todos já eram cientes, mas para uma humanidade que não se afoga em tamanha preguiça um tapa na cara não basta. Durante 25 horas temos olhos ao nosso redor e não nos incomodamos. Nosso segundo passo já tem direção prevista desde o primeiro sinal de globalização e não nos admiramos. "Só me dê uma TV, bebida barata e uma poltrona, pode ficar com o resto". A política do pão e circo grita em nossos ouvidos, mas a música pop que sai dos nossos fones Apple é alta o bastante para nos ensurdecer. Não é estranho o espanto que ecoa ao vermos nossa essência primordial?
 Em um sistema social como este em que vivemos atualmente, torna-se necessária - para não agir-se radicalmente na solução diante de tal caos - o procura constante pela permanência ou pela ascendência à denominação econômica e política do mundo. Quando não se está no poder, deve-se seguir em plena obediência. Afinal, qual nação quer ser penalizada tendo de ficar sem comer Mc Donald's? Não é mais viável nenhuma atitude significativamente grande para essa população sedentária incapaz de se desafogar. O câncer surgiu e agora a incurabilidade é evidente.
 Por outro lado, a inviabilidade deve abranger a possibilidade de se trocar pelo confortável ou simplesmente ignorar os direitos inalienáveis, como o da privacidade. Nenhuma nação torna-se decente pela cultura mundialmente influenciadora e ainda menos, essa suposta realidade não é um bônus, mas obrigação.

 Notemos o incontrole que temos sobre a ambição naturalmente humana e os incontroláveis que nos tornamos sob ela. A que ponto chegamos quando o que importa é ter, é dominar, é poder? Apenas olhe ao seu redor, questione e reflita. Nossa rotina responde como parte. Mas também é compreensível a atração do ostentar. "Nem ligo" - é bem confortável, na verdade. Continuaremos assim, então: rindo e zombando de uma tal ética e natureza humana, atrasadas nessa corrida de relativa evolução.

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